Application

Application

Oi gente boa (:

Fiquei esse tempão sem postar aqui porque eu estava muuuito ocupada fazendo o meu Application. Quem é intercambista sabe o que é, mas se você não sabe vou explicar.

O application é um documento que recolhe todas as suas informações e permite que as pessoas do país que você vai saiba um pouquinho de você. Para preenchimento completo é necessário uma consulta ao médico, ao dentista e pegar referências escolares, além disso, precisamos fazer uma carta respondendo algumas perguntas que já estão no próprio documento e seus pais também. A carta dos pais fui eu que fiz poque a eu pedi pra minha mãe fazer e ela escreveu uma palavra em resposta de cada pergunta. Valeu mãe. A parte mais chata é, hm, tudo. Sério, é muito complicado, se houver alguém que fez o application inteirinho sem precisar imprimir pelo menos duas dezes, eu dou os parabéns! Somente as referências escolares eu tive que imprimir umas 7 vezes. Enfim, imprimi várias vezes, gastei bastante dinheiro e matei umas 30 árvores, mas sábado (10/09) eu enviei o documento para Maringá e agora é só esperar ele voltar pra eu saber pra qual cidade irei. Estou muuito ansiosa para saber onde vou morar durante um ano e quais serão minhas famílias. Ainda não decidi o dia que eu vou embora mas faltam 118 dias para acabar o ano, então são 125 ou 130 dias para a minha partida. HAHAH

Esse foi pequenininho, mas talvez eu volte a postar com vídeo. Porém, ultimamente não estou tendo muito tempo livre por causa da faculdade, mas sobre o post de hoje quero dizer: tomem MUITO cuidado ao fazer o application. Olhe bem cada detalhe do documento, se o nome de cada pessoa está correto e até o seu, os números de telefones, e-mails, datas, etc. Tudo, tudo mesmo tem que ser cuidadosamente observado para que você não precise imprimir 50 milhões de vezes, poupando muitas árvores no nosso lindo mundinho. (: E ah, todas as assinaturas devem ser feitas a caneta azul!

Bem é isso aí, se você estiver se preparando para fazer um intercâmbio e quiser o application para ver como é, deixa um comentário com e-mail que eu envio. Tchauzinho! ;*

O resultado

O resultado

Eai, como vão?

Lembram quando eu disse que tinha superestimado minhas espectativas? Pois então, não foi tanto assim. Deixem me explicar o que aconteceu.

A prova do intercâmbio foi realizada no dia 31 de julho lá em Maringá e o resultado saiu dia 7. Eu estava muito nervosa, cheguei tremendo e não conseguia parar de me mexer, mas aí vários intercambistas que já estão de volta ao Brasil estavam lá e falaram um pouquinho do país onde estiveram e me acalmei um pouco. Conversa vai e vem e então, deram início ao resultado. Disseram que iriam chamar os cinco primeiros candidatos lá na frente (Lembrando que haviam 39 candidatos).

O quinto lugar foi uma menina, não sei da onde é e nem quem é. Fiquei ainda mais nervosa. Ela foi lá na frente, pegou seu papel, tirou uma foto e então o quarto lugar foi anunciado: Número 30. ‘SOU EU SOU EU’ começei a gritar. Isso mesmo, gritar. Desci correndo e peguei meu papelzinho. Quase chorando eu pensava, MEU DEUS QUARTO LUGAR TO MUITO FELIZ!!!! Dei os parabéns para a menina do quinto lugar e ela fez o mesmo pra mim. O terceiro lugar foi uma menina que estava sentada na mesma fileira que eu e se não fossem nossas mães estaríamos uma do lado da outra. Também não sei o nome dela.. O segundo e o primeiro lugar foram meninos. E então chegou a hora de escolher.

Estes eram os países disponíveis para Janeiro de 2012:

Alemanha – 1 vaga

Austrália – 1 vaga

Chile – 2 vagas

Colômbia – 2 vagas

Dinamarca – 1 vaga

Holanda – 1 vaga

Nova Zelândia – 1 vaga

As minhas 5 primeiras opções antes desse dia era: Inglaterra (que sou só pra vocês saberem o quanto eu queria ela mas eu sabia que não estaria disponível), Dinamarca, Alemanha, Holanda e Bélgica. Mas aí, na hora, mudei minhas opções de acordo com os países disponíveis: Dinamarca, Holanda e Alemanha. Eram esses os que eu queria. Foi aí que o primeiro lugar escolheu Alemanha. OK. O segundo escolheu Holanda. OK OK, ainda tenho minha Dinamarca. E a terceira, escolheu Dinamarca. O QUÊ? SAI DINAMARCA É MINHA!! Tive vontade de gritar. Mas o que eu poderia fazer? Minha vez de escolher. Decepcionada, triste e chorando eu escolhi Nova Zelândia. Jamais escolheria um país da América do Sul e nem Austrália porque lá é muito quente e eu odeio calor. Dei meu papel a uma moça, ela me deu um abraço e a vi escrevendo meu nome ao lado de Nova Zelândia. Puta merda.

Sai de lá chorando tanto, tanto. Fui ao banheiro e gritei de raiva. Porque Deus estava fazendo aquilo comigo? Fiquei a um passo de realizar meu sonho e se fosse pra ser assim preferia ter ficado em último lugar. Chorei. Chorei. E chorei mais um pouco. Subimos, minha mãe pagou a taxa e saímos de lá. Entrei no carro e vi o chinelo da Dinamarca que minha amiga dinamarquesa, Sheila, tinha me dado. Pra quê? Chorei mais uma vez. Estava com raiva e decepcionada comigo mesma.

Hoje, fazem 10 dias desde que peguei o resultado e já estou me acostumando. Aliás eu já me acostumei e não vejo a hora de ir. Se pudesse já arrumava minha mala agora! Não queria escrever no blog porque eu ainda não estava acreditando e até tentei mudar o país se caso abrissem outras vagas. Eu poderia ter me esforçado mais e ficado em terceiro lugar, mas eu parabenizo os candidatos que ficaram antes de mim e todos os outros, porque eu sei que o intercâmbio de todo mundo vai ser ótimo. Apesar de ter ficado furiosa pelos três candidatos terem escolhido os três países que eu queria, teria achado-os um tolos se não tivessem feito, afinal, aqueles eram os melhores países.

Mas é isso aí, eu vou para a Nova Zelândia em janeiro de 2012 e volto em janeiro de 2013 (se me aceitarem, é claro). E vai sim, com certeza, ser o melhor ano da minha vida. Obrigada Deus e meus pais, pela oportunidade.

Superestimei

Superestimei

Meu final de semana começou com uma BOMBA. Sexta-feira a noite recebi uma resposta do cara que está me patrocinando para o intercâmbio. No e-mail ele me disse que eu precisava ter um patrinho no Rotary para que eu pudesse fazer a prova. Nesse momento meus olhos já encheram (ou enxeram) de lágrimas. Beleza. Continuei lendo e no final ele dizia que precisava de álguem para que se caso meus pais não dessem conta do recado, ou seja, não quisesse um intercâmbista na casa deles, que tivesse outra pessoa que se responsabilizasse por isso. Aí então, desmoronei.

Meu pai tentava me acalmar e eu chorando como se alguém tivesse morrido. Para quem me conhece sabe que eu sempre faço isso rs. Minha mãe ligou para um amiga e ela disse que, (que Deus ilumine essa mulher) ela quer sim um intercâmbista na casa dela. Uma luz iluminou meu caminho. Sério. Aí então ligamos para o meu patrocinador e ele não atendeu. Dormi com o coração na mão. E se não desse certo? E se aquela família não pudesse mesmo receber? E se eu não conseguisse falar com ele? E se..

Acordei sábado com minha mãe dizendo que iríamos encontrar com meu patrocinador às 10:30. Levantei e fui tremendo. Chegamos lá e fomos conversar. Estava tão nervosa com o que ele iria dizer que não consegui falar nada, só fiquei ouvindo enquanto meus pais faziam inúmeras perguntas. Quando minha mãe disse que tinha conseguido uma família e que essa era a tal, ele disse: Se for essa família então está tudo certo, eu não vou nem na casa deles. Outra luz iluminou meu caminho, estava tudo dando certo. Saímos de lá e eu queria gritar, pular, correr e ir dar um forte abraço nessa família.

Ok, então o resto era comigo. Cheguei em casa e fui logo estudar. Estudei sobre política do Brasil, algumas coisas sobre o Rotary, li algumas perguntas que eu fiz para a prova do ano passado, decorei algumas coisas como quem é o governador do Paraná (que terrível, eu não sabia mesmo quem era), o vice (não sabia nem o governador imagine o vice), o ex (esse nem se fala), a população do Paraná e da minha cidade (essa eu sabia mais ou menos), do que vivia e economia do estado (esse eu sabia *orgulho*) e várias outras coisas. Conversei comigo mesma como se estivesse numa entrevista. Tinha terminado, não sabia mais o que estudar, pois a prova do intercâmbio é meio que complicada de estudar porque você nunca sabe o que irão te perguntar, então se você vai fazer essa prova, presta bastante atenção nas aulas de Geografia que falam sobre os pontos turísticos, subsistência, e nas aulas de História que falam sobre a política atual, e principalmente, estejam antenados as notícias do mundo TODO, como guerras, economia etc. Tudo que for novidade é bom saber.

A prova do intercâmbio do Rotary Internacional funciona assim: Ela é divida em três partes. Independente da ordem, você faz uma prova de inglês com peso 2, uma prova de redação com peso 4 (as duas são elaboradas por profissionais da UEM rlx) e uma entrevista com peso 4. A primeira vez que fiz a prova eu fiz três entrevistas e dessa vez fiz duas, pois depende da quantidade de pessoas. Para a prova de inglês não tenho como dar dicas do que vai cair, mas você tem que saber, bom, escrever, ler e interpretar. Não me lembro qual era o tipo de redação, mas o assunto é basicamente o intercâmbio, então se você souber escrever bem, (e ter argumentos é claro) vai bem. E as entrevistas, como já disse, tudo que for de novidade é bom saber.

Fui dormir bem tarde no sábado depois de dar mais algumas lidas e 6 e poco da manhã eu acordei e fomos para Maringá. Meu pai tava reclamando um monte que eu e minha mãe estávamos demorando (como ele sempre faz) e então saímos de casa mais de 7 horas. A prova começava 8 e meia. Maringá fica à 99 km daqui (pesquisei do google e daí?). Tava chovendo muito e com uma neblina desgraçada e meu pai teve que correr muito, chegando a 170 km/hr e com isso não consegui dormir nada. Chegamos lá com uma hora de viagem e tudo certo, graças a Deus.

Chegamos lá e uma explosão aconteceu na minha cabeça. O que estavam fazendo ali aquele monte de gente? Por que eles não estavam em casa dormindo naquela chuvinha? PORQUE? Começei a ficar nersova e olhei para minha mãe e disse: Mãe, o que ta acontecendo? Calma filha, vai dar tudo certo..

Na minha ficha de inscrição faltava ainda a assinatura do Oficial do Intercâmbio e meu patrocinador tinha me dado o número para ligar pra ele lá. Fiz minha inscrição com uma mulher que tinha sotaque, queria perguntar de onde ela era mas me controlei. Então liguei para o moço e consegui o achar em meio aquela ridícula multidão e ele assinou meus documentos,e aí fui pagar. Meu documentos estavam todos em dia, não tive que trazer nada embora para levar na semana que vem, como fizeram alguns candidatos (o que eu acho um absurdo. quer ir? então enteja com tudo em dia). Descemos para tomar café e eu não conseguia comer nada, fui ao banheiro joguei aguá no rosto e me olhei no espelho. Estava tão desesperada quanto uma mãe que perde seu filho. Como iria enfrentar toda aquela gente?

Fomos então ao salão porque o carinha ia falar algumas coisas. Conversa vai e vem, e ele disse: Temos aqui hoje 37 candidatos… Meu mundo caiu. Como assim 37 candidados? Você deve estar enganado moço só tem eu aqui. Tinham muitos, mas não acredito que tinha tudo isso. Espero que não. Da mesma forma, o ano passado tinha no máximo 15 pessoas e algumas eu conhecia, e dessa vez eu não conhecia ninguém, só sabia quem era algumas pessoas ali, mas não sabia como eram se elas iriam passar no meu lugar e e… Já era quase 10 horas quando saímos para fazer as provas. Deu tchau aos meus pais e fui.

Sentei do mesmo lado que tinha sentado ano passado só que algumas carteiras mais para frente. Para quem não sabe, as provas são realizadas no Colégio Nobel de Maringá aos domingos. O mesmo cara que entregou as provas o ano passado estava lá e com uma mulher diferente. Eles entregaram nossos números, pelos quais devemos nos indentificar (ano passado eu era o 3 e dessa vez fui o 30 :O) e aí entregaram as provas de inglês. Começei a ler. Ela tinha 10 questões como a do ano passado e eu fui respondendo-as, e para casa uma, mais ou menos um pequeno texto. Terminei e começei a redação. O tema era: qual o maior desafio que você terá que enfrentar no intercâmbio e como enfrentá-lo? Fácil. Escrevi alguns argumentos e começei a redação. Toda vez que eu vou escrever alguma coisa, eu não consigo escrever rapinho e tal, mas foi diferente. Fiz o texto mais rápido que a prova de inglês (que não estava difícil, mas que eu gosto de acrescentar coisas) e entreguei. Depois que você termina essas duas provas, eles entregam um questionário onde você tem que responder perguntar como: Você tem irmãos e quantos anos eles tem? Você tem problemas médico que precisamos saber? Acho que essa é a parte que mais demoro kkkk.

Chegamos a pior parte: as entrevistas. Fui levada a um senhor com cara séria e eu tentei fazer uma boa impressão. Eu não consigo me lembrar direito das perguntas que ele fez, parece que bloqueio essas coisas como aconteceu no ano passado. Só lembro que ele perguntou em inglês se eu sabia falar inglês ou qualquer outra língua. Eu disse que sabia falar somente inglês e então batemos um pequeno papo. Uh, nenhum pouco mais calma. Não sei nem como consegui  falar em inglês, acho que falei qualquer coisa como ‘Cadê meu caderno, quem é você’ etc. É claro que não falei isso, mas foi como me soou. Resumindo essa entrevista: Ele riu de algumas coisas que eu disse, perguntou alguma coisa que eu não sabia e no final ele falou boa sorte pra você. Sai sem pensar nada, afinal o que poderia pensar? Entrei para a outra entrevista. Era a mulher que quanto estava passando para ir a primeira entrevista eu pensei, eu quero fazer com essa depois. Juro. Ela foi muito simpática comigo, perguntou coisas que eu não tive como não falar Rock in Rio e até contei sobre minha louca viagem para ver o Green Day. Resumindo: Acho que ela gostou de mim e também riu de algumas coisas que eu falei, e nessa, eu consegui responder tudo que ela perguntou. Ufa. O que me preocupei for ver uma nota 9,6 do candidato antes de mim. Caralho. Mas beleza, no finalzinho eu tive um alívio ao ir com ela.

Saí e meus pais vieram me encontrar. Eu estava tão mole que parecia uma maria mole. Aí fomos almoçar no Big, fomos ao Avenida onde comprei uma sapatilha, ficamos andando pra lá e pra cá, fomos a Americanas e aí descemos ao Maringá Park e compramos ingressos para assistir Harry Potter. Foi lindo, foi maravilhoso. Eu amo Harry Potter e eu chorei. AHHH que que tem? Chorei mesmo, eu não queria que acabasse, foi triste saber que não vou mais enxer o saco para ir ao cinema ver Harry Potter, que fez parte da minha vida como de muitas outras pessoas. Voltamos para casa.

Minha cabeça parecia que ia explodir. Sim, eu superestimei a minha qualificação. Eu tinha esquecido que qualquer pessoa podia fazer a prova e agora eu estava ainda com o coração na mão, rezando até dormir para que Deus me ajudasse a me qualificar bem. Mais da metade da minha lista do post de baixo eu posso jogar fora. O cara disse que tem 30 vagas, mas com certeza 15 delas são pro México, umas 7 pros Estados Unidos e o resto não quero nem pensar. Então agora a minha lista é essa: O melhor dos países que estiverem disponíveis a minha escolha. Estou com muito medo de ter que ir a um país da América Latina, mas se eu não for eu nunca vou realizar meu sonho. Então eu retiro o que eu disse no post anterior, se eu tiver que ir eu irei.

Portanto, fica minha dica: Estude muito e confie em você mesmo. Apesar de estar muito nervosa antes e depois da prova e até domingo, eu confiei em mim mesma e dei o meu melhor, mas esse medo é inevitável.

Olá

Olá

Como ainda não fui e nem sei para onde vou, antes vou explicar um pouco sobre mim.

Meu nome é Andressa Laís Coral, tenho 17 anos e faço faculdade de Direito, e este será o meu Diário durante o ano de intercâmbio.

Terminei o colégio ano passado e logo entrei na faculdade, e estou amando-a. Sério, acho que não há outra opção de curso que eu gostaria de fazer mais, só História ou Filosofia mas estas são para segundas faculdades. Moro com meus pais, mas eu nunca quis isso. Sempre quis ir pra alguma universidade fora e morar sozinha, mas apesar de não estar, eu gosto de estar aqui cercada de carinho e mimos pelos meus pais. Porém, eu ainda quero experimentar essa vida, de estar longe e ter que se virar sozinha, porque, eu acredito que essa é uma das melhores formas de crescer mais cedo e se preparar para o mundo lá fora. Morar sozinha faz você pensar no que é melhor para manter sua casa segura, enquanto que se estiver morando com seus pais, eles é que se encarregam dessa parte. Morar sozinha te faz pensar no quanto seus pais estão se esforçando pra manter você bem em um lugar estranho para que você realize seu sonho e se forme na universidade que quiser, então você dá o melhor de si e se esforça muito para dar orgulho a eles. É claro que existem pessoas que não estão nem aí se os pais estão se fudendo para pagar a universidade, eles usam e abusam e no fim acabam nem se formando ou demoram muito para se formar. No entanto, você vai estar preparada(o) para enfrentar certas situações no futuro e se for esperta(o), para muitas delas.

Esse é um dos motivos pelos quais eu quero e vou fazer intercâmbio. Desde muito cedo eu quero essa vida para mim. Aliás, eu já deveria estar indo mas desisti por causa da minha faculdade. Mas agora eu vou. Estou realmente MUITO ansiosa com essa prova, não consigo parar de pensar nisso um segundo. Fico pensando no que devo levar, pesquisando os países que eu quero ir, tentanto pensar numa lembrançinha original, fazendo exercícios de inglês para me aprimorar, e muitas coisas. Estou completamente doida, doida, doida, doida para conseguir pegar a Inglaterra. Não sei o que acontece, mas sempre que ouço falar dessa terra maravilhosa, sinto como se devesse estar lá, como se tivesse algo que me puxasse ou me lembrasse. Mas como poderia me lembrar, se nunca estive lá? Pois bem, seja o que for, estou prestes a chegar lá. Se eu não conseguir pegar a Inglaterra, minha segunda opção é a Dinamarca, onde vou poder sempre ver a minha amiga Sheila, que estava fazendo intercâmbio aqui na minha cidade. Aí, se não conseguir, quero Alemanha, Holanda e aí Bélgica. Seja qual for o país, a Europa me espera. Quero conhecer todos os lugares que forem possíveis durante esse ano. Vou amar cada lugar como se nunca fosse voltar, mas eu sei que vou.

Esta é a minha lista de opções dos países:

1°- Inglaterra

2° – Dinamarca

3° – Alemanha

4° – Holanda

5° – Bélgica

6° – Irlanda (há uma confusão com este país, pois também quero muito conhecê-lo, mas se trata de uma ilha e não seria tão fácil visitar outros países sempre que quisesse, por isso o deixei em sexto lugar.)

7° – Suiça

8° – França

9° – Suécia

10° – Áustria

11° – Noruega

12° – República Tcheca

Confesso que pararia na sétima, mas preciso ampliar minha opções pois não sei quais serão os países disponíveis. Mas uma coisa é certa, nunca faria um intercâmbio para a América Latina. Da América, somente Canadá e Estados Unidos. Mas não é isso que eu quero, mas se eu for minhas únicas opções eu vou si, afinal, intercâmbio é bom em qualquer lugar.

Bom, é isso aí. Essa sou eu e quem eu quero ser. Deixar minha família para trás durante um ano todo vai ser difícil, mas eu preciso disso. Espero que se alguém ler isso aqui, torça por mim, para que eu consiga realizar o meu sonho. Se você quiser algum dia fazer intercâmbio, leia este blog pois eu espero também ajudar você a realizar o seu.